É.. querido leitor … Já ouvi esse papo. Parece brincadeira, não ? Mas é verdade. Todo ano, tem cinéfilo paulista que tira férias só para ver a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. São quinze dias dedicados a ver o que o cinema tem produzido ao redor do mundo. E é aquele cinéfilo que sai do sofá – local sacro-santo na era do streaming – para correr de sala em sala, sessão em sessão e ver “Aquele” filme que não vai passar no circuito comercial e não vai estar em playlist da Netflix…

Nesta 41ª. edição, o país homenageado é a Suíça. São três cineastas que têm retrospectivas no evento: os franceses Paul Vecchiali (ganha o troféu Leon Cakof) e Agnès Varda (ganha o Humanidades; em novembro, a diretora vai ganhar um Oscar Honorário e é a primeira mulher a recebê-lo …) e Alain Tanner também ganha retrospectiva com sete títulos.

Uma novidade neste ano é uma pequena mostra de dezenoves filmes feitos para Realidade Virtual (a chamada “Virtual Reality” – VR). Esta é uma tendência que aterrissou em vários festivais este ano, como Tribecca, Cannes, Veneza e Toronto. Além das exibições, ocorrem palestras, workshops, debates, etc. e alguns renomados cineastas veem a São Paulo na ocasião, como o artista Ai Weiwei que participa com um filme.

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